Quinta-feira, 20 de Maio de 2010

Poupe por si

Ninguém está indiferente às últimas notícias...

 

O aumento do IRS vai, afinal, entrar em vigor a 1 de Junho. Não terá, portanto, efeitos retroactivos a Janeiro, como esclareceu o primeiro-ministro

 

Contas feitas, os portugueses vão pagar mais impostos já no próximo mês e isso quer dizer que a maioria dos subsídios de férias já vai estar sujeita ao corte de um ou de 1,5%.

 

Numa situação como esta será possível às famílias portuguesas poupar? No próximo programa tentaremos descobrir se é possível ou não aos portugueses poupar neste momento e onde devem começar a cortar.

 

Recebemos em estúdio a fiscalista Rosa Soares e António Júlio Almeida, presidente da SEFIN para dar resposta a esta e outras perguntas.

 

Para responder às suas perguntamos contamos também com a rubrica Aconselhamento com a presença de António Godinho e, claro, a sempre útil análise de João Ermida à Empresa da Semana. Esta semana analisamos a Portucel.

 

Tudo isto e muito mais no programa que tenta dar-lhe todas as respostas que verdadeiramente interessam quando o assunto são finanças pessoais, como sempre na RTPN!

publicado por acordodinheiro às 00:15
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3 comentários:
De ruy a 20 de Maio de 2010 às 17:18
Pois, mas onde é que eles meteram o dinheiro:

Sócrates aumentou em 79% a Dívida Externa líquida do País, de 2004 a 2009.

Em 2004, a Dívida Pública cifrava-se em 64% do PIB ou seja 92.205 milhões de euros. Em 2009 atingiu 100,6% do PIB, isto é 164.689milhões de euros. Em euros, a Dívida Externa portuguesa aumentou portanto naquele período, em 72.484 milhões de euros, ou seja um aumento de 78,6%.

E mais
Sócrates aumentou em 55% a Dívida Pública, de 2004 a 2009.

Em 2004, a Dívida Pública cifrava-se em 58,3% do PIB ou seja 81.270 milhões de euros. Em 2009 atingiu 76,8% do PIB, isto é 125.750 milhões de euros. Em euros, a Dívida Pública portuguesa aumentou portanto naquele período, em 44.480 milhões de euros, ou seja um aumento de 54,73%. É obra.


De Abel a 20 de Maio de 2010 às 20:49
Sejamos claros:
As taxas de retenção aplicam-se a partir de 1 de Junho, mas o imposto é retroactivo a Janeiro, pois a taxa que se fixar vai aplicar-se à totalidade dos rendimentos de 2010. Assim, é indiferente que se receba o subsidio de férias em Maio, em Junho, ou até que já tenha sido recebido em Janeiro.
Coloco uma questão:
É legítima esta retroactividade?


De Arzebiu a 31 de Maio de 2010 às 15:54
Ou seja, no IRS do próximo ano ainda vamos ter de pagar a diferença destes meses até agora que já passaram, ainda com o IRS antigo...


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Camilo Lourenço é o apresentador do programa A Cor do Dinheiro e tem já uma larga experiência na área da economia. Foi fundador do Diário Económico e director editorial da revista Exame. Desempenhou, também, funções como editor de economia na Rádio CMR e na Rádio Comercial, e foi comentador da SIC Noticias.
Actualmente, é colunista no Jornal de Negócios e no Record e comentador da RTP e da M80.


 

 

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as grandes empresas globais, é necessário lançar um alerta sobre a forma
pouco clara como muitos dos máximos responsáveis das grandes corporações as
têm dirigido. Este livro pretende dar a conhecer aos actuais e futuros gestores as
ferramentas para lidar com a actual crise de valores que prolifera nas
empresas globais. É preciso «humanizar» as empresas para que estas deixem de
procurar o êxito rápido a qualquer preço! Criar uma cultura de negócios mais
verdadeira, será o grande desafio para todos os futuros gestores deste
século.

De João Ermida, O Método dos Executivos do Futuro, Dom Quixote

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