Quinta-feira, 27 de Janeiro de 2011

Depósitos a Prazo - Investimentos Seguros

Ainda a semana passada, os jornais económicos portugueses noticiavam o que o Banco de Portugal tinha revelado no seu Boletim Estatístico: desde Maio do ano passado, e até Novembro, as taxas de juro dos depósitos a prazo aumentaram. Fruto do aumento da competição do sector ou da procura crescente por parte dos Portugueses que ainda conseguem poupar? Estará o rendimento destas aplicações a crescer? A Cor do Dinheiro foi procurar as respostas para si, e parece que rosas sem espinhos, não existem mesmo.

 

Em estúdio, com as Respostas Certas, estarão representantes do Banco Popular e do ActiveBank, que de acordo com um ranking publicado na Proteste Poupança têm algumas das ofertas mais apelativas do mercado. E claro, Camilo Lourenço, para lhe dizer aquilo que verdadeiramente lhe interessa.

 

E para sabermos o que lhe interessa, não se esqueça de enviar todas as suas dúvidas e questões para cordodinheiro@sapo.pt! Ajude-nos a melhorar o nosso programa, e António Godinho responderá a todas as suas questões.

 

No início da segunda parte, Pedro Santos estará em estúdio para, uma vez mais, lhe dar as melhores dicas, na rubrica Empreendedorismo.

 

E logo em seguida teremos João Ermida, que esta semana analiza a EDP e os seus últimos desempenhos. Se está a pensar investir, não deixe de ver esta útil análise, que também abordará as notícias mais importantes dos mercados financeiros.

 

Por último, teremos connosco Rui Ramos, historiador doutorado em Ciências Políticas, que nos vai falar da diferença entre estas crises... e as crises do passado. Não se esqueça! A Cor do Dinheiro, todos os Domingos, na N!

publicado por acordodinheiro às 20:34
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1 comentário:
De Carlos Caseiro a 20 de Março de 2011 às 23:50
A questão da reforma está toda inquinada .
Antes de pensar na esperança de vida há que pensar qual era a actividade da pessoa antes de se reformar e criar coeficientes de desgaste. Não se pode pôr no mesmo saco uma pessoa que passou a vida num escritório e uma pessoa que trabalhou toda a vida ao frio e ao calor nas obras e a carregar pesos. Hoje há muitas pessoas que nessas condições trabalharam desde os 14 / 16 anos e não se podem reformar por não terem idade para tal sem serem penalizados.
Não entendo também como uma reforma pode ser tratada como se de um ordenado se tratasse. A pensão (pensão e não ordenado) de reforma deve ser calculado sobre os valores razoáveis de sobrevivência e não sobre o valor dos descontos feitos. As pessoas que tiveram um ordenado bom que lhes permitiu viver a um nível superior, deveriam ter criado hábitos de poupança e não hábitos de consumo que querem manter mesmo depois de reformados. Se poupassem não estaria agora a criar a ideia nos nossos jovens de que a melhor profissão em Portugal é ser reformado da função pública.
É ridículo ouvir dizer que o nosso presidente se recusou a receber o ordenado devido pela função a favor de uma reforma que ele tem de valor superior. Se se é realmente um patriota e se quer ocupar um cargo político, enquanto se ocupa um cargo ou uma função no Estado deve receber-se a remuneração que lhe corresponde. Se não se está de acordo continua-se reformado.
Quando conto aos conterrâneos da minha mulher o que se passa no nosso País, vem logo à baila que o país está a saque por parte dos políticos e funcionários públicos que ocupam cargos de chefia.
É muito triste pensar que as centenas de euros que eu e a minha mulher descontamos para a Segurança Social mensalmente sirvam para manter o nível de vida dessas pessoas.


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Camilo Lourenço é o apresentador do programa A Cor do Dinheiro e tem já uma larga experiência na área da economia. Foi fundador do Diário Económico e director editorial da revista Exame. Desempenhou, também, funções como editor de economia na Rádio CMR e na Rádio Comercial, e foi comentador da SIC Noticias.
Actualmente, é colunista no Jornal de Negócios e no Record e comentador da RTP e da M80.


 

 

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Num momento em que valores como a Verdade, Humildade e Solidariedade se
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as grandes empresas globais, é necessário lançar um alerta sobre a forma
pouco clara como muitos dos máximos responsáveis das grandes corporações as
têm dirigido. Este livro pretende dar a conhecer aos actuais e futuros gestores as
ferramentas para lidar com a actual crise de valores que prolifera nas
empresas globais. É preciso «humanizar» as empresas para que estas deixem de
procurar o êxito rápido a qualquer preço! Criar uma cultura de negócios mais
verdadeira, será o grande desafio para todos os futuros gestores deste
século.

De João Ermida, O Método dos Executivos do Futuro, Dom Quixote

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