Quarta-feira, 30 de Março de 2011

Bancarrota

Juros elevados, crise política, falta de liquidez... com o clima no país cada vez mais instável, a hipótese de bancarrota nacional e de um pedido de resgate ao exterior torna-se cada vez mais realista. Mas que condições acarreterá esta ajuda? Como responderão os mercados? Que medidas se podem esperar nos próximos tempos?

 

É para lhe responder a estas questões e muitas outras que esta semana vamos debater a possível bancarrota nacional e a vinda do FMI. Miguel Beleza, José Maria Brandão de Brito e Camilo Lourenço irão explicar-lhe tudo o que precisa de saber sobre a nossa complicada situação nacional.  

 

Connosco estarão também António Godinho e Pedro Santos para lhe responder a todas as suas questões: sobre finanças pessoais e sobre empreendedorismo. E lembre-se que se estiver interessado em criar o seu próprio negócio, pode visitar um dos workshops EMPREENDA POR FAVOR! Saiba quando é o próximo em www.empreendaporfavor.com.

 

E o investidor privado desta semana é um dos chefes portugueses mais promissores: José Avillez, que acabou o curso de Comunicação Empresarial no ISCTE, tendo sido aluno de Camilo Lourenço.

 

Venha Daí! A Cor do Dinheiro, na N!

publicado por acordodinheiro às 20:15
link do post | comentar | favorito
|
7 comentários:
De Elsa Pereira a 31 de Março de 2011 às 12:23
Boa tarde
O meu pai pediu-me para lhe perguntar o seguinte:
Ele tem uma quantia de dinheiro nos certificados de aforro e pretende saber se é seguro manter o dinheiro lá ou se é melhor transferi-lo para um banco e qual é o banco mais seguro para o fazer.
Obrigado


De Lopes a 31 de Março de 2011 às 17:53
se houver Bancarrota não deve haver locais seguros para ter o dinheiro, se calhar só mesmo debaixo do colchão :D


De Blog BeRuby a 2 de Abril de 2011 às 03:05
Excelente programa de televisão e muito bom blog ;)


De serip a 2 de Abril de 2011 às 20:49
Perante a Bancarota » anunciada:
-Quais os riscos efectivos das poupanças em Depósitos a Prazo, Obrigações, Seguros Financeiros e Acções nos principais bancos portugueses CGD , BCP , BES , BPI )?
- Que tipo de diversidade de investimento é mais «seguro» (ouro, propriedades urbanas, rústicas, moeda_dolar ...)?


De Pedro Dias a 5 de Abril de 2011 às 02:49
Sou espectador assíduo, mas irregular, do programa, e por isso tenho ouvido as múltiplas opiniões, das diversas personalidades que por lá tem passado.
Hoje foi levantada uma questão que, verdadeiramente interessa a cada vez menos Portugueses (porque há cada vez menos Portugueses com poupanças na Banca), sobre a segurança das suas poupanças, em caso de bancarrota do País. A resposta, embora muito pouco convincente, foi a óbvia, para um programa que não hostiliza o “establishment” bancário: não há problema!
Mas há!! Perguntem aos clientes do BPN e do BPP. Também estavam seguros que o seu dinheiro estava garantido, e é o que se tem visto.
Muita gente tem dinheiro nos Bancos a pensar que tem depósitos a prazo e na realidade tem fundos, obrigações dos próprios Bancos (BPI acabou de me oferecer obrigações do próprio Banco em vez de um depósito a prazo!) e outros produtos que se tornarão tóxicos, se os Bancos falirem, e alguns irão falir, tão certo como a morte e os impostos.
Mas há outra questão, muito mais interessante para os aforradores sobreviventes a esta crise.
E se Portugal for expulso ou sair pelo seu próprio pé da zona EURO?
Este que é para mim o cenário mais plausível, por ser o único que consegue devolver competitividade à economia portuguesa, em tempo oportuno, raramente é abordado em programas como o vosso.
Um dos comentadores do EXPRESSO da Meia-noite, da última 6ªfeira, abordou-o e foi ignorado pelos restantes comentadores.
Porquê este tabu dos meios de comunicação a este cenário que está aí, quase tão fatalmente como a morte e os impostos.
Não é preciso ser um grande génio económico para perceber que um desnível de 30% na competitividade nacional, em relação à média da zona EURO, e uma dívida externa a rondar quase 4 anos de PIB no final de 2011, só tem uma saída: reescalonamento da dívida externa + recuperação da capacidade para desvalorizar a moeda (i.e. saída da zona EURO).
Os ricos sabem isto, e por isso a saída massiva de capitais.
Alguns remediados sabem isto, e por isso a manutenção de dinheiro vivo nos cofres dos bancos ou de casa.
Os jornalistas económicos não sabem isto?
Duvido, e por isso coloco a questão: porquê o tabu dos meios de comunicação social sobre a eventual (mais do que provável) saída da zona EURO?
Desafio o vosso programa a colocar a questão a alguns economistas sérios não comprometidos politicamente!
Tenho a maior das curiosidades em saber como entendem que, sem rodeios nem trocadilhos, se consegue arranjar os meios para servir esta monumental dívida externa e recuperar a competitividade externa em simultâneo.
Também acho que a monumental dívida interna das famílias Portuguesas e o sobre endividamento das empresas Portuguesas, só se resolve com uma igualmente monumental inflação, que por sua vez levará à desvalorização da nova moeda local, até onde for necessário para recuperar a competitividade externa, o que por sua vez permitirá angariar os meios financeiros externos, para servir uma monumental reescalonada dívida externa.
Perdem os credores ganham os devedores!
Sempre foi assim, quando aqueles, por cega ganância de lucros no curto prazo, emprestaram demais a estes.
Acreditar que com o crescimento económico, com a nossa actual competitividade externa, e o "polvo" de estimação dos nossos queridos politicos, se resolve o problema actual, é o equivalente a eu acreditar que me vai sair o Euriomilhões!
Oxalá que saia, por isso jogo, mas encaro o meu dia a dia sem contar com isso.


De Joao Nascimento a 20 de Abril de 2011 às 17:29
Boa tarde

Acho que seria util se explicassem às pessoas - e não são poucas, já ouvi de pessoas com cargos de responsabilidade - que os juros da divida publica do mercado secundário que se apregoam não são as taxas que a republica paga podem ser isso indicadores para futuras emissões, e que a taxa máxima da divida publica ronda os 6% e pouco.
Obrigado


De Branqueameno Dentário a 5 de Julho de 2011 às 17:57
nao falta muito para la chegarmos 1 dia


Comentar post

.A Cor do Dinheiro

.Patrocinadores

 

PT negocios

Coloque as suas dúvidas sobre os Temas da Semana através de:

E-mail: cordodinheiro@sapo.pt

 

.Produzido por

Photobucket

.Programa

 

A Cor do Dinheiro é um magazine semanal sobre Economia, que aborda assuntos sobre poupança e investimento. É transmitido todos os Domingos, às 23h na RTPN.

.Apresentador

 

Camilo Lourenço é o apresentador do programa A Cor do Dinheiro e tem já uma larga experiência na área da economia. Foi fundador do Diário Económico e director editorial da revista Exame. Desempenhou, também, funções como editor de economia na Rádio CMR e na Rádio Comercial, e foi comentador da SIC Noticias.
Actualmente, é colunista no Jornal de Negócios e no Record e comentador da RTP e da M80.


 

 

.Votação Semanal

.Facebook

.Arquivo Audiovisual do Programa

RTP Multimédia

.Arquivo do Blog

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

.Links Úteis

DECO

 

Ministério da Economia

 

Ministério das Finanças

 

Banco de Portugal

 

Agência Financeira

 

Revista Exame

 

Jornal de Negócios

 

Diário Económico

 

Público

 

Bloomberg

 

Dossier Especial Financial Times

.Sugestão de Livro


 

 

 

Num momento em que valores como a Verdade, Humildade e Solidariedade se
encontram completamente arredados do modo como são, actualmente, governadas
as grandes empresas globais, é necessário lançar um alerta sobre a forma
pouco clara como muitos dos máximos responsáveis das grandes corporações as
têm dirigido. Este livro pretende dar a conhecer aos actuais e futuros gestores as
ferramentas para lidar com a actual crise de valores que prolifera nas
empresas globais. É preciso «humanizar» as empresas para que estas deixem de
procurar o êxito rápido a qualquer preço! Criar uma cultura de negócios mais
verdadeira, será o grande desafio para todos os futuros gestores deste
século.

De João Ermida, O Método dos Executivos do Futuro, Dom Quixote

.Julho 2011

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

10
11
12
13
14
15
16

17
18
19
20
21
22
23

24
25
26
27
28
29
30

31