Quinta-feira, 7 de Julho de 2011

Subsídio de Férias

A um passo das férias de verão, A Cor do Dinheiro volta a falar dos subsídios de férias, mas desta vez, com um interesse renovado. E não é só a conjuntura económica que pressiona os portugueses a poupar o mais possível... o Governo anunciou um novo imposto extraordinário sobre o subsídio de Natal.

 

Para debater a necessidade de mudança dos hábitos das famílias portuguesas, e lhe dar sugestões de onde investir parte do seu subsídio de Natal, A Cor do Dinheiro recebe em estúdio Pedro Santos Guerreiro, Director do Jornal de Negócios, e António Godinho, Administrador Exchange e presença habitual no programa.

 

E como este é o último programa da temporada, é também a última hipótese de ver respondidas as suas dúvidas sobre finanças pessoais e empreendedorismo... até Setembro. O email é o mesmo: cordodinheiro@sapo.pt.

 

Também João Ermida estará presente para comentar as últimas notícias dos mercados financeiros e analisar a Empresa da Semana, o Banif. Com a taxa de juro de referência do BCE a subir e o 'rating' da dívida portuguesa a baixar, esta será com certeza uma das rubricas de maior interesse do programa desta semana.

 

E logo a seguir, teremos o prazer de receber em estúdio o Dr. Pedro Ferraz da Costa, Presidente do Fórum para a Competitividade.

 

Fique para ver, tudo isto e muito mais, n'A Cor do Dinheiro desta semana.

publicado por acordodinheiro às 17:55
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31 comentários:
De Pedro Pinto a 18 de Outubro de 2011 às 11:18
Será isto verdade?

" O 13º MÊS NÃO EXISTE "


Os ingleses pagam à semana e claro, administrativamente é uma seca! Mas...diz-se que há sempre uma razão para as coisas! Ora bem, cá está um exemplo aritmético simples que não exige altos conhecimentos de Matemática mas talvez necessite de conhecimentos médios de desmontagem de retórica enganosa. Que é esta que constroi mitos paternalistas e abençoados que a
malta mais pobre, estupidamente atenta e obrigada, come sem pensar!

*Uma forma de desmascarar os brilhantes neo-liberais e os seus técnicos (lacaios) que recebem pensões de ouro para nos enganarem com as suas
brilhantes teorias...*

Fala-se que o governo pode vir a não pagar aos funcionários públicos o 13º mês.
Se o fizerem, é uma roubalheira sobre outra roubalheira.

Perguntarão porquê?
Respondo: *Porque o 13º mês não existe. *

O 13º mês é uma das mais escandalosas de todas as mentiras do sistema capitalista, e é justamente aquela que os trabalhadores mais acreditam.

Eis aqui uma modesta demonstração aritmética de como foi fácil enganar os trabalhadores.

Suponhamos que você ganha € 700,00 por mês. Multiplicando-se esse salário por 12 meses, você recebe um total de € 8.400,00 por um ano de doze meses.

€ 700*12 = € 8.400,00

Em Dezembro, o generoso patrão cristão manda então pagar-lhe o conhecido 13º mês.

€ 8.400,00 + 13º Mês = € 9.100,00

€ 8.400,00 (Salário anual) + € 700,00 (13º mês) = € 9.100 (Salário
anual mais o 13º mês)

O trabalhador vai para casa todo feliz com o patrão.

Agora veja bem o que acontece quando o trabalhador se predispõe a fazer umas simples contas que aprendeu no 1º Ciclo:

Se o trabalhador recebe € 700,00 mês e o mês tem quatro semanas, significa que ganha por semana € 175,00.

€ 700,00 (Salário mensal) / 4 (semanas do mês) = € 175,00 (Salário semanal)

O ano tem 52 semanas. Se multiplicarmos € 175,00 (Salário semanal) por 52 (número de semanas anuais) o resultado será € 9.100,00.

€ 175,00 (Salário semanal) * 52 (número de semanas anuais) = € 9.100.00

O resultado acima é o mesmo valor do Salário anual mais o 13º mês

Surpresa, surpresa? Onde está portanto o 13º Mês?

A explicação é simples, embora os nossos conhecidos líderes nunca se tenham dado conta desse facto simples.

A resposta é que o patrão lhe rouba uma parte do salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30 dias, outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda assim, apesar de cinco semanas o patrão só paga quatro semanas), o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro ou cinco semanas.

No final do ano o generoso patrão presenteia o trabalhador com um 13º mês, cujo dinheiro saiu do próprio bolso do trabalhador.

*Se o governo retirar o 13º mês aos trabalhadores da função pública, o roubo é duplo. *

Daí que, como palavra final para os trabalhadores inteligentes.
Não existe nenhum 13º mês.
O patrão apenas devolve o que sorrateiramente lhe surrupiou do salário anual.

*Conclusão: Os Trabalhadores recebem o que já trabalharam e não um adicional. *






De Nuno a 11 de Dezembro de 2011 às 18:20
Realmente um ponto de vista interessante.

O correcto até seria pagar aos trabalhadores a jorna diária, assim não havia enganos.

Trabalhava 10 dias recebia 10 dias, se trabalhasse 22 dias recebia os mesmos 22 dias.

Assim ninguém ficava prejudicado


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Camilo Lourenço é o apresentador do programa A Cor do Dinheiro e tem já uma larga experiência na área da economia. Foi fundador do Diário Económico e director editorial da revista Exame. Desempenhou, também, funções como editor de economia na Rádio CMR e na Rádio Comercial, e foi comentador da SIC Noticias.
Actualmente, é colunista no Jornal de Negócios e no Record e comentador da RTP e da M80.


 

 

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as grandes empresas globais, é necessário lançar um alerta sobre a forma
pouco clara como muitos dos máximos responsáveis das grandes corporações as
têm dirigido. Este livro pretende dar a conhecer aos actuais e futuros gestores as
ferramentas para lidar com a actual crise de valores que prolifera nas
empresas globais. É preciso «humanizar» as empresas para que estas deixem de
procurar o êxito rápido a qualquer preço! Criar uma cultura de negócios mais
verdadeira, será o grande desafio para todos os futuros gestores deste
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De João Ermida, O Método dos Executivos do Futuro, Dom Quixote

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