Quinta-feira, 15 de Janeiro de 2009

Crédito à Habitação e Poupança

Com a queda das taxas de juro, nomeadamente a Euribor, as prestações do crédito habitação baixaram. Este decréscimo já se faz sentir no bolso das famílias portuguesas, que ao final do mês têm mais dinheiro disponível. Mas isto não vai durar para sempre e esta pode ser uma boa altura para fazer um pé-de-meia para precaver novas subidas.

Como tal, no próximo programa d' A Cor do Dinheiro iremos analisar o mercado financeiro para precaver novas subidas das taxas e apresentar-lhe alternativas de poupança para o dinheiro que agora lhe sobra mensalmente.

 

 

Consulte mais informação sobre este tema através dos seguintes links:

- Site da DECO Proteste

- Site Big Casa especializado no sector imobiliário

publicado por acordodinheiro às 11:10
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21 comentários:
De Anónimo a 15 de Janeiro de 2009 às 11:18
Em 1997, contraí um empréstimo no valor total de 115.000 euros. O Banco "convidou-me" a fazer um seguro de vida e invalidez sobre a totalidade da divida (23 anos). Mas, já fiz várias antecipações e agora já estou com dificuldades em pagar o resto do empréstimo. O que pode acontecer se deixar de pagar o seguro?


De acordodinheiro a 15 de Janeiro de 2009 às 12:03
Com o que vou pagar a menos nas prestações do crédito à habitação, posso amortizar esse mesmo crédito? Ou continuar a pagar o mesmo, diminuindo assim o tempo de amortização da dívida?


De acordodinheiro a 23 de Janeiro de 2009 às 19:43
Sim, com as prestações mais baixas, vai conseguir poupar mais dinheiro, que pode reverter para amortizar a dívida a banco ou, pelo menos, parte dela. No entanto, convém que faça amortizações significativas e não com pequenos montantes. Isto porque por cada amortização antecipada que fizer vai pagar uma comissão ao banco e quantas menos conseguir fazer, menos comissões terá de pagar.


De acordodinheiro a 15 de Janeiro de 2009 às 13:35
Agora que as taxas de juro estão a descer, é uma boa altura para mudar o meu crédito à habitação para taxa fixa?


De acordodinheiro a 23 de Janeiro de 2009 às 19:43
As taxas fixas podem traduzir-se num encargo mensal maior com a prestação da casa. As taxas euribor têm estado sucessivamente a cair e não é ainda possível determinar até que ponto vão continuar a descer. Por isso, se fixar a sua prestação mensal, o banco não só vai praticar uma taxa superior (através do spread), como vai ficar preso a um montante que tendencialmente será mais elevado do que uma taxa variável.
O Diário Económico pediu uma simulação aos 10 maiores bancos para um empréstimo a taxa fixa, para uma família na casa dos 30 anos, com um rendimento anual de 36 mil euros, sem outros créditos, com um envolvimento com o banco há mais de 10 anos e com um património financeiro de 10 mil euros. Esta família vai pedir um crédito de 150 mil euros, para adquirir um imóvel no valor de 187.500 euros. Os oito bancos com a opção taxa fixa (o Banif e o Banco Popular não têm, de momento, disponível esta modalidade) apresentaram uma taxa anual nominal (TAN) entre 4,15% e pouco mais de 5%, o que se traduz em prestações que vão dos 731 euros aos 832 euros.


De Amadeu Melo a 15 de Janeiro de 2009 às 13:50
Também esperava que baixasse, mas...
O meu crédito habitação Euribor a 3 meses pensava que no passado mês de Dezembro baixasse a prestação. Para meu espanto em Dezembro subiu (!).
Como é isto possível se a Euribor baixa desde o início de Outubro?
Sabe-me responder?
Obrigado


De acordodinheiro a 15 de Janeiro de 2009 às 15:02
Tenho um crédito à habitação indexado à Euribor 6 meses. As taxas têm estado a descer, mas isso ainda não se reflectiu na minha prestação mensal. Porquê?


De acordodinheiro a 23 de Janeiro de 2009 às 19:44
É normal que a sua prestação mensal ainda não tenha reflectido as sucessivas quedas da euribor. O cálculo da euribor a 6 meses é feito com base na média aritmética dos seis meses que a compõem, pelo que só a partir de Maio e Junho é que as prestações vão sofrer uma descida acentuada.


De acordodinheiro a 15 de Janeiro de 2009 às 16:27
Estou a pagar menos na prestação mensal do crédito à habitação, mas também estou a ter remunerações menores no depósito a prazo que tenho no meu banco. Porquê?


De acordodinheiro a 23 de Janeiro de 2009 às 19:44
Quando as taxas de juro descem, as prestações do crédito à habitação caem, mas essa quebra também se reflecte nos depósitos a prazo, uma vez que a taxa serve de referência para os dois produtos.


De acordodinheiro a 15 de Janeiro de 2009 às 17:42
Vou comprar casa este ano, aproveitando a queda das taxas de juro. Mas, percebi que alguns bancos estão a praticar spreads mais elevados. Porquê? Podem os bancos fazer isso?


De acordodinheiro a 15 de Janeiro de 2009 às 18:37
Estou a pensar aplicar as minhas poupanças em depósitos a prazo. Quais as melhores opções?


De acordodinheiro a 23 de Janeiro de 2009 às 19:45
De acordo com a DECO, para fazer um depósito a 6 ou a 12 meses, a melhor opção ao balcão é a do Banco Popular (Depósito ouro 6%). Esta opção exige um investimento mínimo de 5 mil euros e o rendimento líquido é de 4,8%.
Nas opções online, a DECO aconselha o BPN (DP Interactivo), cujo investimento mínimo é de 500 euros, nos depósitos a 6 meses, e que atinge um rendimento líquido de 4,4%. No caso dos depósitos a 12 meses, a mesma opção oferece um rendimento líquido de 4,8%, sendo o capital mínimo exigido de 10 mil euros.


De acordodinheiro a 15 de Janeiro de 2009 às 19:34
É uma boa altura para investir em PPRs? Quais as melhores opções, neste momento?


De acordodinheiro a 23 de Janeiro de 2009 às 19:45
Sim, se está a pensar aplicar as suas poupanças, os planos poupança-reforma são uma opção a considerar. De acordo com dados da DECO, de Dezembro de 2008, o plano Solução PPR Zurich é o único com garantia de capital. Esta opção teve uma rentabilidade de 4,6%, entre 2003 e 2007, sendo que em 2007 subiu até aos 5,4%. (Os dados relativos a 2008 estão ainda indisponíveis).


De João Martins a 16 de Janeiro de 2009 às 11:52
No ano passado amortizei 20000 euros no capital em dívida do crédito habitação. Face à descida das taxas de juro, devo continuar a efectuar amortizações?


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Camilo Lourenço é o apresentador do programa A Cor do Dinheiro e tem já uma larga experiência na área da economia. Foi fundador do Diário Económico e director editorial da revista Exame. Desempenhou, também, funções como editor de economia na Rádio CMR e na Rádio Comercial, e foi comentador da SIC Noticias.
Actualmente, é colunista no Jornal de Negócios e no Record e comentador da RTP e da M80.


 

 

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as grandes empresas globais, é necessário lançar um alerta sobre a forma
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têm dirigido. Este livro pretende dar a conhecer aos actuais e futuros gestores as
ferramentas para lidar com a actual crise de valores que prolifera nas
empresas globais. É preciso «humanizar» as empresas para que estas deixem de
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