Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009

Como Reformar-se sem Preocupações

 

Perante a actual situação de fragilidade do sistema de Segurança Social grande parte dos portugueses poderá ver defraudadas as suas expectativas de uma reforma confortável. A tendência é para uma redução gradual do valor das pensões de reforma, devido a motivos económicos e demográficos. Por isso mesmo investir algum capital em instrumentos de poupança que lhe garantam o retorno seguro do valor investido e uma reforma segura podem ser uma hipótese a ponderar.

A Cor do Dinheiro mostrará as principais alterações na Segurança Social e como se pode e deve preparar para ter um complemento à sua pensão pública. PPR's, depósitos a prazo, certificados de aforro, certificados de reforma, fundos de investimento... Estas são apenas algumas das alternativas de poupança que tem a seu dispor. Não perca as nossas dicas e os conselhos dos especialistas no próximo programa.

 

Consulte mais informação nos seguintes sites:

- Site da Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Património

- Site da Segurança Social

 

Encontrará, também, informações úteis e práticas no Guia Como Preparar a Reforma da DECO Proteste

Preparar a Reforma - Estratégias de Investimento a Pensar no Futuro

Edições DECO Proteste (2006)

 

publicado por acordodinheiro às 15:22
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19 comentários:
De Anónimo a 21 de Janeiro de 2009 às 16:42
As contas poupança-reforma são uma boa alternativa à segurança social? Quais as vantagens deste produto?


De acordodinheiro a 28 de Janeiro de 2009 às 17:25
As contas poupança-reforma, que estão disponíveis para aposentados cuja reforma não exceda três salários mínimo, são aplicações com um risco muito reduzido, com remuneração fixa garantida e com benefício em sede de IRS para contas até aos 10.50 euros. No momento da ecolha de uma conta deste género deve ter em conta a taxa de juro e também o valor da penalização em caso de mobilização antecipada.
A DECO aconselha a opção do BPN para associados, cuja taxa anual efectiva líquida é de 5% para saldos até 10.500 euros e de 4% para saldos superiores, aplicados a mais de um ano.
Para não associados, a DECO destacou a opção do ActivoBank7 que oferece uma taxa de 3,531%, a 6 meses e de 3,5% a um ano, para saldos até 10.500 euros. Para saldos superiores a este montante, a taxa aplicada é de 2,82%, nos depósitos a 6 meses, e de 2,8 nas aplicações a um ano


De acordodinheiro a 21 de Janeiro de 2009 às 18:10
Soube que há alterações na lei da reforma. O que é que vai mudar?


De acordodinheiro a 28 de Janeiro de 2009 às 17:27
O salário mínimo nacional deixou de ser usado para calcular a pensão, servindo o indexante de apoios sócias de referência (397,86 euros, em 2007). Para ter direito à reforma tem de ter no mínimo 15 anos de descontos e 65 de idade.
A reforma antecipada é penalizada em 0,5% por cada mês a menos em relação aos 65 anos de idade. Além de que deixa de ser possível pedir a reforma antecipada e continuar a trabalhar para a mesma empresa ou grupo durante três anos.
Quem continuar a trabalhar após os 65 anos de idade vai usufruir de bonificações maiores, que podem ir até aos 92% da remuneração de referência. Passam a existir dois tipos de reforma por invalidez: absoluta e relativa e o seu reconhecimento depende do parecer das comissões distritais. Para usufruir da pensão por invalidez absoluta, são exigidos três anos de descontos.
Desde 2008 que o cálculo da reforma tem em conta o crescimento da economia e o valor da inflação, bem como o factor sustentabilidade, que expressa a "relação entre a esperança média de vida aos 65 anos em 2006 com aquela calculada no ano imediatamente anterior ao do início da pensão". Para compensar o efeito do factor de sustentabilidade, os beneficiários da Segurança Social poderão optar pelo prolongamento da sua vida activa, beneficiando, assim, de uma taxa de bonificação. Para evitar a penalização, quem pedir a reforma este ano terá de trabalhar mais dois a quatro meses, conforme a carreira contributiva.


De acordodinheiro a 22 de Janeiro de 2009 às 15:09
Qual passa a ser a penalização pela reforma antecipada?


De acordodinheiro a 28 de Janeiro de 2009 às 17:27
A antecipação da reforma pode ser pedida por indivíduos com mais de 55 anos de idade e com pelo menos 30 de descontos. O seu pedido implica uma penalização de 0,5% face aos 65 anos de idade.


De acordodinheiro a 22 de Janeiro de 2009 às 17:21
Há quem diga que se se poupar 1 euro por dia, é possível garantir uma reforma razoável na velhice. É verdade?


De acordodinheiro a 28 de Janeiro de 2009 às 17:28
Sim. A DECO fez simulações de poupança para aplicações sem risco (como depósitos a prazo e certificados de aforro) e para uma carteira de fundos neutra ou agressiva, tendo em conta um rendimento líquido conservador de 3% no primeiro caso e de 6% no segundo.
Se começar a poupar aos 25 anos e investir numa carteira de fundos, vai amelhar mais de 57.500 euros aos 65 anos, o que se traduz numa renda mensal de 554 euros ao longo de dez anos. Se, com a mesma idade, começar a poupar em produtos sem risco, terá amealhado mais de 27.500 euros quando chegar aos 65 anos, o que se vai reflectir numa renda mensal de mais de 250 euros, durante 10 anos.


De acordodinheiro a 22 de Janeiro de 2009 às 18:29
Quais os planos de poupança-reforma mais atractivos do mercado, neste momento?


De acordodinheiro a 28 de Janeiro de 2009 às 17:28
Os depósitos a prazo são a melhor opção para investidores que não querem correr riscos. Um depósito de 5.000 euros a 12 meses rende, em média, 2,8%, sendo que há diferenças entre bancos. Como as taxas de juro continuam a descer, opte por depósitos a prazos longos e taxa fixa.
Se está disposto a aplicar as suas poupanças em produtos financeiros com mais risco, opte por fundos de investimento, acções ou obrigações e tenha o cuidado de diversificar a sua carteira.


De acordodinheiro a 22 de Janeiro de 2009 às 19:04
Tenho 40 anos e faltam 25 para a reforma. Qual será o meu plano de reforma por velhice quando chegar aos 65?


De acordodinheiro a 28 de Janeiro de 2009 às 17:29
Neste caso, se a actualização salarial for de 3% acima do coeficiente de revalorização dos salários, vai receber uma reforma no valor próximo dos 1360 euros. Se essa actualização for de 2%, recebe pouco mais de 1200 euros e se for de 1%, o valor da reforma que tem a receber é de pouco mais de 1000 euros.


De acordodinheiro a 23 de Janeiro de 2009 às 12:29
Tenho 55 anos e não tenho nenhuma poupança para a reforma. O que ainda posso fazer


De acordodinheiro a 28 de Janeiro de 2009 às 17:29
A DECO fez simulações para pessoas que começam a poupar aos 50 anos. Para produtos de baixo risco (depósitos a prazo, certificados de aforro), com um rendimento líquido de 3%, vai conseguir poupar 6.804 euros, o que vai dar uma reforma mensal de 66 euros, durante 10 anos. Para carteiras de fundos com um rendimento líquido de 6%, é possível amealhar 8.649 euros, o que se traduz em 83 mensais, ao longo de 10 anos.


De acordodinheiro a 23 de Janeiro de 2009 às 12:34
Sou uma jovem de 30 anos e questiono-me: será que quando chegar aos 65 ainda vou poder usufruir da reforma da segurança social?


De Hugo a 24 de Janeiro de 2009 às 00:12
a incerteza leva-nos à determinação, determinação em adquirir conhecimento, conhecimento este que aliado a uma boa disciplina e método, poderá permitir à certeza do sucesso...eliminando assim, um pouco a incerteza do futuro..

"Sorri hoje, pois amanhã vai ser pior" - Murphy


De nuno de noronha a 29 de Janeiro de 2009 às 15:34
QUERO EXPRESSAR O QUANTO AGRADÁVEL É VER E OUVIR O CAMILO LOURENÇO. SIMPLICIDADE É UM DIREITO DE TODOS E QUE QUASE TODOS NÃO UTILIZAM.

UM BEM HAJA....CAMILO LOURENÇO.

NUNO DE NORONHA


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Camilo Lourenço é o apresentador do programa A Cor do Dinheiro e tem já uma larga experiência na área da economia. Foi fundador do Diário Económico e director editorial da revista Exame. Desempenhou, também, funções como editor de economia na Rádio CMR e na Rádio Comercial, e foi comentador da SIC Noticias.
Actualmente, é colunista no Jornal de Negócios e no Record e comentador da RTP e da M80.


 

 

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Num momento em que valores como a Verdade, Humildade e Solidariedade se
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as grandes empresas globais, é necessário lançar um alerta sobre a forma
pouco clara como muitos dos máximos responsáveis das grandes corporações as
têm dirigido. Este livro pretende dar a conhecer aos actuais e futuros gestores as
ferramentas para lidar com a actual crise de valores que prolifera nas
empresas globais. É preciso «humanizar» as empresas para que estas deixem de
procurar o êxito rápido a qualquer preço! Criar uma cultura de negócios mais
verdadeira, será o grande desafio para todos os futuros gestores deste
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De João Ermida, O Método dos Executivos do Futuro, Dom Quixote

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